Uma revisão de estudos identificou associação entre exposição prolongada à poluição do ar e aumento do risco de Parkinson em pessoas predispostas. O achado reforça a relação entre qualidade ambiental e saúde neurológica.
O resultado soma evidências sobre os efeitos da poluição na saúde pública e amplia o debate sobre medidas de prevenção, monitoramento ambiental e redução de emissões em áreas urbanas.
Especialistas em saúde e meio ambiente costumam destacar que a proteção de grupos mais vulneráveis depende de ações integradas, como transporte menos poluente, controle de partículas no ar e informação à população.
Embora a associação não signifique causa direta em todos os casos, o estudo reforça a necessidade de acompanhar os impactos da poluição e de fortalecer políticas voltadas à prevenção de doenças crônicas.


