Entidades ligadas à defesa de direitos das trabalhadoras domésticas intensificaram ações para orientar sobre o assédio eleitoral, prática que pode ocorrer quando patrões tentam influenciar o voto por meio de pressão, ameaça ou promessa de benefício.
A mobilização busca dar visibilidade a violências que costumam acontecer dentro das residências, em um contexto de maior isolamento e dependência econômica, o que pode dificultar a denúncia e a fiscalização.
Especialistas e órgãos de fiscalização lembram que esse tipo de conduta é proibido e que denúncias podem ser feitas ao Ministério Público do Trabalho, inclusive com pedido de sigilo da identidade. Guardar mensagens, áudios e outros registros pode ajudar na apuração.
As entidades também destacam a importância de informação acessível para que trabalhadoras reconheçam situações de constrangimento e saibam que o voto é livre e secreto, sem qualquer interferência do empregador.


